Raul Drewnick por Raul Drewnick

Tão fascinante quanto o livro em si é a orelha ou a contra-capa, que geralmente vem com a definição do autor do que poderia ser o seu “eu interior”. Inicio no blog uma nova categoria que vou chamar de “Perfil”, onde coloco exatamente a descrição desses escritores maravilhosos que fazem parte do meu cotidiano. Então, para começar, passo aqui o perfil de Raul Drewnick, no livro de crônicas Antes da Madonna.

“Nasci em 1938 e desde cedo descobri que ler era tão divertido quanto quebrar vidraças ou roubar frutas. Fui considerado candidato a maluco quando passei a saborear Kafka, Augusto dos Anjos, Dostoiévski. Só me livrei da má fama quando completei 21 anos, quando começei a trabalhar no jornal O Estado de S. Paulo. Ninguém desconfiou que eu estava indo para o jornalismo por acreditar que nada era mais próximo da literatura. No entanto, só no final de três décadas de imprensa, é que cheguei perto de algo que seria possível considerar literário: de 1986 a 1991 escrevi crônicas no Estadão e, em 1992, na Veja São Paulo. Hoje colaboro em várias publicações.
A vantagem de ter começado tarde é que, ao olhar este senhor calvo que eu sou, as pessoas acham que um sujeito da minha idade já deve ter aprendido a escrever. É o que me salva.”

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