Do desprendimento

Isto vem a ser um comentário meu, publicado no blog do Gabriel Louback.
 
Desprendimento

...

 “…E eu que já sonhei tanto com pessoas, que ainda falo enquanto durmo e os caras ao meu lado (nunca sei quem é quem direito, um diferente a cada noite), me acordam, risonhos e assustados, sem saber o que fazer. Saem daqui fumando um cigarro (merda de cigarro), aposto que me chamam de louca lá fora. E é por isso que eu gosto. Porque, sendo eu louca, eles nunca retornam. E o meu desprendimento é o que me satisfaz. Quanto a sonhar com uma pessoa específica? Sim, sonho com aquele que aqui nunca esteve e, se estivesse, não haveria motivos para sonhar…” 

 “Se nós nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir.”
:: Eu te amo – Chico Buarque e Tom Jobim 

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9 respostas em “Do desprendimento

  1. Nem sei o que falar do desprendimento mas muito obrigada pelas palavrinhas de apoio e conforto. Meu irmão passa bem e já recebeu alta, já até para a faculdade assistir as aulas! Kiss

  2. mas de repente você estranha, e o estranho acaba voltando no outro dia.. você esquece de sonhar e quando acorda percebe que já não mais precisa… :*

  3. q lindo! não teríamos mais sonhos se tudo estivesse do nosso gosto…

  4. Pingback: Workaholic revisited | sobre fatalismos

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