Vergonha dos pés

“Suas pernas vão me enroscar
Num balé esquisito
Seus dois olhos vão se encontrar
No infinito.”
:: Tanto Amar – Chico Buarque.

Quando comecei no ballet, tinha quatro anos, nenhuma noção de equilíbrio (a qual nem pretendia), timidez aguda em estado de ebulição e um par de pés jamais destinados à valsa, cujos dedos estavam em carne viva porque o maníaco do meu pai cortava minhas unhas enquanto eu dormia e, ao acordar de manhã cedo, firmando os pés no chão, sentia-me o sangue arder entre os cantos onde fora preterido o corte.
Era algo que deveria estar na minha capacidade de adivinhação. As unhas daquele jeito em pleno domingo de manhã significavam alguma surpresa durante as vinte e quatro horas seguintes. Na segunda-feira, precisamente, acordaram-me cedo, cedo me vestiram, cedo me alimentaram, sem demais explicações. Pela transição de cenas e gestos, imaginei que estaria destinada a uma inevitável consulta médica – mal que toda criança que teve um parto complicadíssimo sofre até o fim da sua infância, traumatizando-a, naturalmente, para o resto da vida enquanto tiver de acordar cedo.
Era (é, na verdade) uma escola linda anexa a um teatro e, quando entrei, comprovei (anos depois) que parecia um daqueles filmes em que os pais abandonavam os filhos aos cuidados de um orfanato, mas as salas pelas quais passei não eram quartos, eram estúdios repletos de espelhos e barras de todos os tamanhos impregnados nas paredes, com meninas rechonchudas de saia, meia, touca e demais adereços cor-de-rosa que, ouvindo meus passos, voltavam-se imediatamente para a porta, cochichando entre si algumas, enquanto a maioria indagava em voz alta: “quem é aquela?” sob o olhar exageradamente ausente de pálpebras de uma inflamada e irritante professora que, provavelmente, detestava interrupções em seus ensaios. Nas outras salas, do lado esquerdo, adolescentes de saia, meia, touca e demais adereços variando entre o pastel, cinza e preto davam saltos, piruetas das mais variadas e eu me conformava feliz em não estarem a olhar para mim, porque estas sim, por serem mais velhas, não estavam em idade de se extasiar diante de interrupções.
Não era um orfanato. Definitivamente. Uma mocinha esguia, altíssima, loiríssima, alva, austríaca enfim, encaminhou a mim e aos meus pais para uma sala diminuta que continha muitos retratos na parede de turmas anteriores e bailarinas renomadas (das quais jamais ouvi falar), uma mesa em frente a esta galeria, com cadeiras em frente à mesa, e um homem sentado atrás dela. Impossível definir-lhe a idade (até hoje), apesar dos cabelos grisalhos caindo levemente no rosto por uma mecha, e uns olhos de vidro, congelantes, era vivíssimo em qualquer atitude, mas estaria morto se dependesse daquele olhar. O homem cumprimentou-nos (com um sotaque estrangeiro carregado) e pediu que, por favor, sentássemos.
Enquanto abria revistas, jornais, álbuns, folhetos, catálogos e Deus mais sabe o quê, explicando para os meus pais a rotina de suas alunas, eu analisava o homem enquanto permanecia sentada no colo da minha mãe. Também tinha (tem) ele um nariz aquilino e vestia um colete cinzento por cima de uma camisa branca social, calça com riscas-de-giz, também cinza, gesticulava muito, falava pausadamente, revirava os olhos às vezes – o que me deixava ainda mais nervosa e, pasmem, tinha muitos anéis nas mãos.
Mas eram belas mãos. Daquelas cujas unhas não pareciam viver em uma manicure, isso não (até porque, esse homem sempre teve uma beleza natural e abençoada, apesar de ser um pouco narcisista), dedos longos e finos, destinados ao piano, cujos gestos eram compassivos, acolhedores e, porque não dizer, a única emoção não falsificada que havia nele.
Meu pai, em tudo agressivo, não poupou esforços, gritos e “autoridade paternal” para que eu ficasse ali a maior parte do dia por um “precinho camarada” (“camarada não, isso é coisa de comunista”, ele diria). Chegando aos devidos acordos, pediu aquele gentil e hostil indivíduo que eu, por favor, tirasse os sapatinhos para que ele visse meus pés.
Olhei para minha mãe. Imóvel permanecia. Olhei para o meu pai. Assentiu com a cabeça. Levantei-me, tirei os sapatos, as meias, mostrei os pés branquíssimos, pequenos (porém em uma fase terrível de crescimento precoce que, graças a Deus, não me deixou passar do número 37), aquelas unhas recém cortadas e suas extremidades avermelhadas, até que o homem dissesse, após uma negativa perceptível de cabeça:
– Que pés lindos!
Eu poderia dizer o mesmo das suas mãos, mas seria verdadeiro. Nos sete anos posteriores, devido ao meu visível desequilíbrio, meus pés adquiriram joanetes crônicos, arranhões diversos, cortes impossíveis, unhas frágeis e calcanhares vulneráveis à sustentação de cabeça, tronco, quiçá membros.
Ainda naquele período dos quatro anos de idade, lembro-me bem, emagreci drasticamente (não, não foi à base de dietas enlouquecedoras e “bulimia” sequer era um termo científico utilizado ou descoberto naquela época), o que me fez ficar mais alta que as minhas colegas e mais esguia, então, fui convidada para um café antes dos meus ensaios/aulas na comovedora sala diminuta do dono da companhia, pessoa que eu via raríssimas vezes em meu período de estudo, aquele mesmo, de belas mãos.
Era engraçado estar ali, sozinha, sem a aparente proteção de meus pais, o que me deixava sem defesa. O café era muito forte (ainda hoje, detesto café), a cadeira pareceu-me desconfortável e eu não sabia o que dizer, além das respostas automáticas que fornecia.
A conversa não durara tanto tempo, logo fui dispensada. O dono da companhia apenas queria saber se eu estava passando por algum problema, se estava gostando das aulas e se me importaria em mudar de turma, para uma sala onde as alunas estavam mais “avançadas” porque, afinal, eu tinha um comportamento “exemplar” e era uma das poucas que se empenhava verdadeiramente naquilo, além do meu crescimento notável, que “distorcia” a harmonia do meu grupo. Concordei sem nada dizer. Duas horas depois tiraram minhas medidas, deram-me sapatilhas maiores e minha saia era cinza, sem adereços, sem renda, sem volume algum. E, tenham dó, haveria uma apresentação dali a duas semanas.
Eu crescia sem parar. Era uma espécie de Edward Bloom em Peixe Grande, aquele filme do Tim Burton em que o rapaz crescia e a cidade ficava-lhe pequena. Eu crescia e ultrapassava as outras meninas, e mudava de turma em menos de oito meses. Aquilo tudo era muito estranho. Eu tinha seis anos e as meninas ao meu redor quase dez, todas eram maduras, obcecadas por ballet, estudo, ensaios e apresentações. A maioria das pessoas tem uma visão muito frívola de quem faz ballet (veste rosa, é mimada, aff). Mas a verdade é que toda bailarina que deseja tornar-se profissional e ser a protagonista de alguma peça – precisa se firmar naquilo, obedecer, improvisar, querer acima de tudo. Por exemplo, o que gosto no filme Cisne Negro não é aquele enredo “vanguardista” de uma bailarina com status de dupla personalidade sem ter personalidade nenhuma. Não. Gosto mesmo é das cenas em que Natalie Portman passa a navalha na sola da sapatilha, tira e coloca esparadrapo nos pés, gira infinitas vezes e só pára quando o professor manda, sente a adversidade das outras bailarinas porque, afinal, o clima é de competição. Poucos filmes de ficção sobre ballet retratam aquela realidade.
Eu era boa no que fazia. Medianamente boa. Consegui poucos papéis de destaque, mas seguia à risca o que precisava ser feito, “errar” não fazia parte do meu vocabulário, até porque, nunca soube improvisar muito bem. Entretanto, nada me fazia gostar de ballet. Foram sete anos – só estive na companhia porque meus pais tinham pelo menos alguma coisa de que se orgulhar e minha avó paterna chorava de emoção só em me ver ensaiar dentro de casa. Eu saía de casa e ia para o ballet. Depois, escola. Depois, ballet. Voltava para casa tarde da noite – exigia que fossem me buscar apenas quando estivessem fechando o local. Nos fins de semana, treinava. Não se surpreendam caso eu diga e repita que não tive infância.
Donos de companhia já foram grandes bailarinos prodígios, que participaram de grandes peças e competições e fundaram sua própria companhia, na base da fama que obtiveram. Assim foi com aquele homem. Nos bastidores, a conversa que rondava pelos cantos era de que o “chefe” estava saindo com várias das alunas das últimas turmas. A maioria entre quinze e vinte e quatro anos. Portanto, não me surpreendi com Vincent Cassel “cheio de bocas e mãos” bastante atiradinho feito urubu na carniça pra cima da Natalie Portman. Aquilo era pouco para quem já tinha visto muito.
Quando a minha avó faleceu, não havia mais sentido continuar. As mensalidades ficavam caras a cada estágio concluído e haviam mais gastos com roupas e sapatilhas específicas. Também já não existia em meus pais e demais parentes aquele entusiasmo geral e inicial diante da minha evolução no ballet. E todo ser humano, convenhamos, precisa de público, isso nos estimula. Mas era hora de parar.
Abandonei o ballet definitivamente quando caí de uma altura considerável durante um treino, e consegui a proeza de “entortar” e “cortar” os meus joelhos (sim, os dois), o que seguiu um longo período entre curativos e uma fisioterapia que também tão logo abandonei, agradecendo aos céus não necessitar de uma cirurgia. Anos de ballet e, apesar de uma excelente postura, só tenho como herança muitas quedas e efeitos colaterais.
Uma vez ou outra visitei a escola, pouquíssimo via o diretor, deixava-lhe recados através de sua austríaca secretária, jamais respondidos. Um dia, cortei num átimo minhas visitas. Era página virada. Acabou-se.
Mas eram as mãos dele que me perseguiam. Eu procurava os mesmos gestos e quantidade absurda de anéis em mãos outras, mas nada era parecido. Com o tempo, esqueci-me de suas particularidades e percebi que, após um rosto masculino atraente, à primeira vista somente as mãos me convenciam. Um homem precisa ter belas mãos. Tipo Matthew MacFadyen na versão cinematográfica mais recente de Orgulho e Preconceito.

Matthew MacFadyen e Keira Knightley, em cena do filme Orgulho e Preconceito.Um homem precisa ter mãos macias para tocar em uma mulher, ásperas quando a alcançar com firmeza, de dedos longos e finos para tocar piano, com precisão para a escrita, delicadas mesmo na cozinha (para manejar temperos), e cautelosas diante de um mistério. Depois vem os atributos pessoais, a personalidade, os defeitos. Mas o charme principal, além de um especial modo de olhar, é a mão que irá erguer-se quando o príncipe encantado pedir a gata borralheira em casamento, mesmo que ainda se esteja muito longe disso.
Estranhamente, percebi que a maioria dos homens tem uma “tara” por pés femininos. Na minha capacidade de observação, isso ainda me é incompreensível. Eu tenho pés bonitos, acho. Quer dizer, são comuns: tem unhas (aparadas desde os onze anos por uma manicure, tá?), cinco dedos em cada, raríssimos calos, tamanho razoável. Logo, tendo em vista que a maioria dos pés se parecem, não vejo sentido em um homem gostar tanto de pés femininos (apesar de achar melhor, pois tenho mãos feias, com as unhas roídas de ansiedade e duas manchas gêmeas em cada pulso, sem explicação). Sem contar que esse atributo só se apresenta à quinta e sexta vista, antes disso, bem, vocês sabem para quais partes do corpo de uma mulher um homem olha, né?
Ano passado, porém, sendo vítima de dores ocasionais nos joelhos, meu ortopedista (e ele é meu médico desde, hã… sempre), receitou-me justo o que me provocou esse defeito: ballet. Pediu que eu voltasse a fazer aulas, por uma série de motivos clínicos e pensei, com os meus botões, que eu podia estar dentro de um desenho animado em que o personagem leva inúmeras quedas e não aprende, ou que eu estava ouvindo conselho daquela minha tia maluca e beberrona que diz que “para curar ressaca, só mais um porre adianta”, porque, pelo-amor-de-Deus, eu voltarei a praticar ballet para ficar paraplégica (Deus me livre), não é? Só pode.
Mas então, no início deste ano, reencontrei uma colega daqueles tempos, em um ponto de ônibus, vestindo (prest’atenção): saia, meia e demais adereços em tons de cinza, os cabelos longos presos no alto (o pessoal da companhia, aliás, sempre reclamava da contradição que eram os meus cabelos curtos), sapatilhas com fitas amarradas entre si, a serem carregadas sob o ombro esquerdo e uma saia cor-de-rosa, daquelas de apresentação, em sua mão direita. Conversarmos, surpresas e ela me disse que ainda está lá, aos vinte e dois anos, sendo que já viajou pela Europa e sei lá mais o quê e eu pensando, naturalmente, “mas que merda, eu poderia estar na Rússia dançando”, até que me convidou para assistir uma aulinha, em nome dos velhos tempos. Daí eu lembrei e relatei sobre a consulta com o meu ortopedista (e ela achou “muito natural” a ordem que me foi dada), então sacou o celular e telefonou para o diretor/dono/chefão da companhia, avisando que levaria uma de suas velhas alunas. Este, apesar de não recordar-se de mim diante de toda uma minúcia de características que a fulana descreveu, consentiu. E lá estava eu, no dia seguinte, assistindo ao ensaio de uma turma profissional, mas sendo, desde já, encaminhada para uma turma com meninas de treze anos, porque, fazer o quê, eu estava meio que “atrasadinha”.
O estrangeiro de belas mãos tem-nas agora um tanto quanto enrugadas e ausente de anéis. Envelheceu, enfim, apesar de continuar a ter um ar jovial, que lhe compete ao caráter. Minha rotina já não é aquela loucura de antes, até porque minha única ambição com essas aulas é melhorar minha situação ortopédica. Portanto, tenho muito tempo livre, fico por lá apenas um turno, quatro dias na semana e vou muito bem, obrigada, apesar de nenhuma evolução aparente em meus joelhos.

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13 respostas em “Vergonha dos pés

  1. Quero crer que a parte inicial do seu texto foi escrito em três sessões de psicanálise, ah, a revisitação cinepsicológica da infância…! Depois, a mulher adulta revisitando a cena, redimensionando-a, redimensionando-se nela. Antes, a criança entre adultos. Depois, a adulta entre crianças. Nuances de um mesmo não-pertencimento. Descobrir-se à altura de dar uma resposta melhor a um antigo desconforto. Gestalt lindamente encerrada.

  2. Durante seu texto quase inteiro, me vi sentada no meio da sala com minha roupa de bailarina. Quando eu tinha quatro anos. Mas isso não foi em frente. Senti saudade. E vontade de terem insistido que eu continuasse.

  3. Ah, Nina, nunca vou me cansar de te ler.
    Eu fui uma bailarina muito diferente. Não quis ir pra escola tradicional da cidade, então não tive tempos tão rígidos quanto os seus. Comecei só um pouco antes dos 4, e fiquei quase dez anos. Meu joelhos não funcionam, os tornozelos também não (mas não estragaram com o ballet), meus pés ainda tem calos estranhos. O que me salvava era o improviso. Sempre era mais feliz nos minutos finais, quando a professora colocava qualquer música e nos deixava dançar… às vezes de olhos fechados.
    Nunca havia parado pra pensar nas mãos, mas não é que eu costumo observá-las sempre?

    Kissus =**

    (até hoje, quando vou assistir qualquer coisa no teatro municipal, me arrepio com o terceiro sinal e me sinto lá em cima do palco, com aquela sensação de frio e calor… garanto que minha emoção é sempre maior que a dos outros por conhecer todos aqueles cantos, por ter pisado tantas vezes naquele palco)

  4. Ainda lerei com mais calma para poder comentar tá?

    Na verdade vim aqui por outra coisa. Quanto ao poema que postei há umas semanas no meu blog, anjo, não precisa ficar com ciúme. rs
    Eu farei um poema somente pra ti, com todo o afeto que meu coração reserva a você. E não é pouco, porque tu és VIP pra mim. Você faz parte de um grupo seleto, mas seleto mesmo que reside no meu coração. Até mais por ser uma das pessoas que conheço há mais tempo pelos blogs. Amizade chegou aqui e ficou. E vai perdurar eternamente. Porque te gosto muito e enxergo o potencial da tua alma. Você é autêntica.
    Você encanta.

    Beijos!

    Jake.

    =)

  5. Que linda sua história com o ballet, incrível que mesmo odiando fazer certas cosias acabamos fazendo e nos acostumando a isso. Acredito que tenha sido bom você parar com o ballet, porque acho uma rotina terrível e desgastante, você deve estar bem melhor agora, indo àquelas aulas somente para tentar (mesmo que não funcione) melhorar os seus joelhos. Quanto às mãos, concordo com você, mas para mim o “chamariz” dos homens é o olhar, as mãos ficam em segundo lugar.
    Beijos.

  6. começou como uma história levemente opressora e acabou numa tremenda ironia.
    e eu nunca entendi a tara por pés. sério, tem tantas outras coisas bem mais atraentes numa mulher…

  7. Delícia de texto. Me deu uma nostalgia gostosa dos tempos do ballet. Comecei a dançar aos 4 e amava, amava, amava. Depois de um tempo, passei a ter preguiça, mas era aquele tipo de preguiça antes de ir para a aula, depois que estava lá me divertia bastante. Comecei o sapateado aos 8, e aí minha rotina ficou puxada. Ficava a manhã toda no estúdio e tinha escola a tarde, o que eu achava pesado. Depois mudei o turno do ballet e passei a ir no estúdio de manhã e à noite. Fui cansando. À medida que fui avançando no curso, comecei a ter muita dor nas pernas e nos joelhos, porque tenho o tendão de aquiles encurtado e nunca consegui fazer um grand-plié perfeito por causa disso. Sem falar que eu duvido que conseguiria subir numa sapatilha de ponta, tentei uma vez e foi uma tortura.Fui no ortopedista e ele disse que se eu quisesse continuar no ballet, teria que fazer fisioterapia. Resolvi largar, aos 13 anos, e até hoje tem dias que acordo meio surtada querendo voltar pro ballet, mas queria encontrar uma turma voltada para alunas “mais velhas” que dançam por dançar. Por enquanto só vi turmas de jovens que querem viajar pelo mundo. Aliás, tenho uma amiga bailarina, que é ótima, direto dança em NY, Alemanha… já rodou o Brasil todo e diz que teve acessos de riso ao ver Cisne Negro, porque, segundo ela, “é exatamente daquele jeito”.
    Feliz de você, que conseguiu voltar.

    Sobre pés e mãos: não era de prestar atenção em mãos de homens, mas tenho uma amiga que é obcecada por elas e por causa dela comecei a prestar atenção também. O sorriso e o jeito de olhar são as primeiras coisas que me chamam a atenção, mas comecei a reparar nas mãos e elas são bem interessantes. Só acho bem feio homem que rói as unhas, apesar de eu roer as minhas vez ou outra também… mas as minhas pelo menos eu disfarço com esmalte, haha. Já pés, odeio. Não entendo esse fetiche masculino. Acho nojento e pra mim não existe pé bonito, existe pé menos feio. Tenho frescura com isso, não gosto de olhar o pé dos outros e nem gosto que fiquem olhando pros meus. hahaha doida

    Beijo

  8. Ah, o pé feminino. Realmente é uma parte que instiga o imaginário masculino. Mas esta atração não é algo que se possa explicar. Embora eu ache que tem algum fundamento. Eu gosto, eu admiro, eu realmente acho apaixonante o pé feminino. Mas é algo que vai além de beleza, mas talvez de tato, de sincronização de pele sabe. É difícil explicar.

    Você deve ter algum ponto do corpo masculino que te instigue dessa forma, sem explicação, que te puxa, que te atrai de maneira doce e peculiar. Pois é. Segue o mesmo raciocínio.

    No mais, acho balé muito bonito, porque evidencia sutileza, extrai beleza da delicadeza humana.

    Espero muito que os joelhos evoluam. =)

    Eu gostaria de ver você dançando balé.

    Beijo bom!
    Te cuida querida!

    Te adoro!

  9. Pingback: Costas nuas « #sobrefatalismos

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