Retrospectiva literária 2012

Em 2012, tive algumas surpresas agradáveis – e outras nem tanto – na literatura. Foi o ano em que menos li, pois tive pouquíssimo tempo – o que é irônico, quando se trata de uma pessoa que trabalha em livraria. No ano passado, por exemplo, li mais de sessenta livros em comparação aos quase quarenta deste ano. Em compensação, li muitos lançamentos – algo que sempre me foi raro, pois costumava visitar muitas bibliotecas e o dinheiro para livros era escasso. Mas também foi o ano de minhas primeiras parcerias com editoras. Devo muito a Companhia das Letras e editora Planeta por isso. Agradeço imensamente a oportunidade (beijo Diana, beijo Fernanda e Joyce!). E 2012 também me proporcionou o maior número de resenhas aqui no blog – e também visitações. Afinal, vocês contribuem imensamente com este espaço. Obrigadíssima.

Sim, esta sou eu, Nina, toda diva, na livraria.

Os livros que li em 2012:

1. Fluxo-Floema – Hilda Hilst;
2. Um Erro Emocional – Cristovão Tezza;
3. Reparação – Ian McEwan;
4. Travessuras da Menina Má – Mario Vargas Llosa;
5. O Amor nos Tempos do Cólera – Gabriel García Márquez;
6. Memórias de uma Gueixa – Arthur Golden;
7. Os Antiquários – Pablo de Santis;
8. Claraboia – José Saramago;
9. O Livro de Areia – Jorge Luis Borges;
10. Vida Amorosa – Zeruya Shalev;
11. As Coisas – Georges Perec;
12. Bubble Gum – Lolita Pille;
13. Os Íntimos – Inês Pedrosa;
14. Os Exilados da Capela – Edgard Armond;
15. A Trama do Casamento – Jeffrey Eugenides;
16. Suicídios Exemplares – Enrique Vila-Matas;
17. Extremamente Alto & Incrivelmente Perto – Jonathan Safran Foer;
18. Dicionário de Nomes Próprios – Amélie Nothomb;
19. Por Isso a Gente Acabou – Daniel Handler;
20. Cinquenta Tons de Cinza – E. L. James;
21. A Culpa é das Estrelas – John Green;
22. Pagando por Sexo – Chester Brown;
23. A Ninfa Inconstante – Guillermo Cabrera Infante;
24. A Idade dos Milagres – Karen Thompson Walker;
25. Como Ser Mulher – Caitlin Moran;
26. Minha Querida Sputnik – Haruki Murakami;
27. As Pessoas dos Livros – Fernanda Young;
28. Bom Dia, Tristeza – Françoise Sagan;
29. O Perdão dos Pecados – Antonio Fontana;
30. As Pernas da Tia Corália – Antonio Prata;
31. A Instrução dos Amantes – Inês Pedrosa (reli);
32. José e Pilar, Conversas Inéditas – Miguel Gonçalves Mendes;
33. A Hora da Estrela – Clarice Lispector;
34. O Colecionador de Lágrimas – Augusto Cury;
35. Não Me Abandone Jamais – Kazuo Ishiguro;
36. As Lembranças – David Foenkinos;
37. Alta-Ajuda – Francisco Bosco;
38. 1Q84, Primeiro Volume – Haruki Murakami;

Capa do livro Travessuras da Menina Má, de Mario Vargas Llosa, pela editora Alfaguara.O melhor casal literário: Ricardo e Lily (que, na trama, possui muitos outros nomes), do livro Travessuras da Menina Má, de Vargas Llosa. Lily é uma moça muito independente, que diz casar-se apenas por dinheiro. Ao longo dessa história, Ricardo conhece seus maridos, namorados e cafetões nos quatro cantos do mundo. Vive na expectativa de que a Lily seja sua, apesar dos inúmeros erros cometidos por ela. É um casal engraçado, que se perdoa e se busca sempre, mesmo com os anos que passam e os desencontros comuns.

Capa da edição brasileira de A Idade dos Milagres, de Karen Thompson Walker. Editora Paralela.Virei a noite lendo: A Idade dos Milagres, da Karen Thompson Walker. Melhor distopia que já li na vida – ultrapassou George Orwell nesse quesito! Uma obra que me deixou pensando absurdamente no futuro do nosso planeta; nossas perspectivas; mudanças culturais, religiosas, políticas e interiores. Uma obra de estreia que, se tivesse a divulgação devida, causaria um impacto e tanto em nossa sociedade. Precisamos de distopias assim: que sejam narradas por um ponto de vista simples – como o de uma criança, nesse caso. Recomendadíssimo.

Soco no estômago: Também A Idade dos Milagres, por todas as especificações acima: não consegui dormir direito por conta desse livro e chegava a sonhar com momentos que derivavam dele e que pareciam acontecer em algum universo paralelo. Uma grata surpresa.

Capa e contracapa da edição brasileira de Não Me Abandone Jamais, de Kazuo Ishiguro. Editora Companhia das Letras.

Aquele em que chorei de soluçar: Não “chorei” exatamente com a obra, mas Não Me Abandone Jamais me impressionou bastante com sua escrita minimalista sobre uma temática grandiosa: e se clones humanos fossem criados para que, futuramente, seus órgãos fossem doados para humanos “normais”? Bem, esse é o ponto de vista de três jovens que já possuem essa trajetória de condenação. Eles cresceram em uma escola para clones, que os incentivava a serem prodígios. E, na vida adulta, já com as primeiras doações feitas, discutem sobre a ausência de ética desse procedimento (a ideia é que a “expectativa de vida humana” aumente graças ao sacrifício dessas pessoas que nasceram em laboratórios) e pesam os acontecimentos de sua vida. É um livro parado, tornou-se filme – muitos recordam de A Ilha, quando falo dele –, mas possui uma perspectiva completamente diferenciada deste. Uma obra de reflexão. Vale muito.

Um resumo de Cinquenta Tons de Cinza, para vocês não perderem tempo.

A maior decepção do ano: Cinquenta Tons de Cinza, obviamente. Mal escrito, pouco erótico, uma narrativa ridícula e um marketing desnecessário. A maior propaganda enganosa do ano. Uma total ausência de respeito ao leitor. Literatura de entretenimento pode ser boa, minha gente. Mas esse não foi o caso dessa “obra”. O maior erro a publicação desse lixo.

Uma garota lendo Bubble Gum, da Lolita Pille. Capa da edição brasileira da Intrínseca.

Não levava fé, e me surpreendi: Bubble Gum, da Lolita Pille. Eu acreditava que a Lolita era apenas uma jovem francesa rebelde que queria chamar a atenção com uma escrita juvenil. Mas não é nada disso. Bubble Gum é uma narrativa interessante e bem construída sobre como alguns tipos humanos desejam os seus quinze minutos de fama. Ela pega uma aspirante a modelo e coloca ao lado de um multi-milionário que manipula inocentes e, dessa maneira, presenteia-nos com uma reviravolta interessantíssima da vida de pessoas aparentemente comuns, uma inversão de valores com méritos.

Capa do livro As Pessoas dos Livros, de Fernanda Young. Editora Record.Capa da edição brasileira de Bom Dia, Tristeza, de Franççoise Sagan. Editora BestBolso.O mais chato: Os livros considerados mais chatos foram os de títulos mais incríveis – As Pessoas dos Livros, da Fernanda Young e Bom Dia, Tristeza, de Françoise Sagan. No primeiro caso, acredito que a escrita da Fernanda tenha declinado bastante nos quesitos criatividade e construção narrativa. Talvez pelo fato de que ela ficou famosa, começou a dedicar-se a outras atividades e perdeu o fio da meada literária. E o segundo prometeu demais nas resenhas que li, parecia ser a maior das novidades literárias de seu tempo: uma obra “madura” escrita por uma adolescente. Não vi nada disso. Sagan tenta ser adulta em sua narrativa, mas vejo apenas uma imitação de autores consagrados.

Capa da edição brasileira de Como Ser Mulher, da Caitlin Moran. Editora Paralela.Quase morri de rir: Como Ser Mulher, da Caitlin Moran. Uma obra “unissex” para quem é mulher e para aqueles que desejam nos compreender melhor. Zomba das feministas, trata dos dilemas fúteis atuais (sim, eles existem, assumam!) e também nos faz refletir sobre aborto e modelos de comportamento que a sociedade acredita que deveríamos seguir. Um livro que trata de todas essas temáticas “sérias” com um humor refinado, sob o ponto de vista de uma mulher que já morou numa família hippie, ao lado de onze irmãos! Da infância nada fácil até a vida adulta de sucesso profissional, Moran faz uma biografia inusitada de sua existência.

Capa da edição brasileira de A Culpa É das Estrelas, de John Green. Editora Intrínseca.Aventura, fantasia ou infanto-juvenil: A Culpa é das Estrelas, de John Green. Na linha de “young adults”, essa obra impressionou bastante. Hazel Grace é uma paciente terminal com câncer que, aos dezesseis anos de idade, vê sua vida se alterar por completo quando conhece Augustus Waters, um garoto numa situação muito próxima da dela. Não canso de afirmar: não é um livro triste, nem um pouco. O humor dele é muito característico e as reflexões ali contidas – além da incomum inteligência presente na narrativa de Hazel, fazem dessa obra um destaque imenso de livros para jovens. Há nele, obviamente, uma melancolia que agrada aos desta geração – e isso contribui enormemente para o sucesso do livro. John Green é o cara.

Capa da edição brasileira de Pagando por Sexo, de Chester Brown. Editora Martins Fontes.Biografia: Chester Brown levou um “pé na bunda” da namorada e decidiu dormir apenas com prostitutas durante uma década. Pagando por Sexo foi lançado no mesmo período que o primeiro volume da trilogia Cinquenta Tons – mas esse não é um livro erótico. É uma história em quadrinhos sobre a realidade de um homem comum que optou por lançar-se nesse universo. O mais bacana do livro é que Brown nos presenteia com alguns apêndices do que ele viu da prostituição. Inclusive colocando algumas feministas radicais contra a parede – afirmando que muitas das mulheres com as quais ele conviveu entraram (e continuaram) nessa vida porque quiseram – e não por obrigação. É um outro lado que desconhecemos e, por isso, é interessante estudá-lo. Chester Brown foi muito inteligente por lançar esse episódio tão pessoal em livro.

Capa do primeiro volume da edição brasileira de 1Q84, do Haruki Murakami. Editora Alfaguara.O mais esperado: Após a decepção Cinquenta Tons de Cinza, o mais esperado do meio do ano para cá foi o primeiro volume da trilogia 1Q84, do Haruki Murakami. Com duas histórias que se unem em um universo paralelo, o autor japonês compôs as trajetórias de Tengo e Aomame, personagens nada comuns e dos quais falarei futuramente. A escrita de Murakami é jovem, enigmática e precisa. Agradável na medida certa e claramente inspirado por George Orwell.

Bate-bola de personagens:
Personagem masculino apaixonante – Arieh, o “Christian Grey” do melhor livro (verdadeiramente) erótico deste ano, o Vida Amorosa, da israelense Zeruya Shalev. A autora o descreve como um indiano viciado em jogos sexuais. É apaixonante porque conseguiu ser exatamente aquilo que Christian Grey (da trilogia Cinquenta Tons) não é entre quatro paredes, suas lindas: maduro, vigoroso e viciante. Leiam e aprendam.
• Personagem feminina admirável – Sayuri, aquela que passou por poucas e boas em Memórias de Uma Gueixa. Se o filme me impressionou bastante, o livro me deixou impactada com a cultura das gueixas – algo ainda desconhecido da população ocidental. Golden, o autor, conseguiu criar uma personagem guerreira: Sayuri foi vendida pelos pais para uma casa de gueixas; tentou fugir, sofreu nas mãos de uma famosa gueixa e, por conta da inveja desta, foi a culpada pela destruição de um quimono que custara mais que a sua vida; apaixonou-se na infância por um homem muito rico e, já crescida, após tornar-se uma das gueixas mais famosas do Japão, teve a chance de estar perto dele, mas sem deixar transparecer sua verdadeira origem. Uma saga. Uma história muito singular.
• Personagem mais chato – Madelaine Hanna, de A Trama do Casamento, do Eugenides. A intenção do autor foi transformá-la numa personagem chatíssima, tudo muito proposital. E deu certo. Até o namorado da moça a considera chata em alguns momentos. Imaginem então o leitor!
• Personagem mais perturbador – O professor Júlio Verne, do livro O Colecionador de Lágrimas, escrito por Augusto Cury. Seus sonhos sobre a Segunda Guerra Mundial numa narrativa exemplar de livro policial tornam o conjunto psicológico desse personagem muito perturbadores. É um homem atormentado, mas também persistente. Apesar de alguns processos artificiais no livro (diálogos, por exemplo), Júlio Verne foi um professor de História muito bem construído.
• Personagem que mais me identifiquei – Sumire, a mocinha que sonha ser escritora, na obra de Murakami, Minha Querida Sputnik. Ela calça uma meia de cada cor e sonha ser Jack Kerouac. Uma graça.

Capa do livro Extremamente Alto & Incrivelmente perto, de Safran Foer.  Editora Rocco.O melhor livro que li em 2012: O melhor livro que li esse ano é uma verdadeira obra de arte – no sentido visual, estrutural e narrativo da coisa. Estou falando de Extremamente Alto & Incrivelmente Perto, do Safran Foer. Oskar perdeu o pai no 11 de Setembro de 2001, mas, ao que parece, o seu herói deixou-lhe algumas pistas de um possível tesouro que o garoto irá encontrar. Mas o impressionante do livro não são as caminhadas e as pessoas interessantes que Oskar conhece ao longo dessa busca – e sim a história paralela de como seus avós paternos se conheceram, em uma época de guerra e desencontros diversos. O livro conta com imagens fantásticas e até uma ligação telefônica “narrada” em números. Apesar da edição brasileira custar um valor elevado, recomendo a aquisição dessa obra. É surpreendente, comovente e muito apaixonante.

Um abraço daqueles em minha maior paixão.

Em 2012, tive a oportunidade de me inserir em um clube literário que acontece no Facebook. Como a intenção dessa lista é um meme, indico todos os meus amigos e amigas daquele espaço que queiram participar da brincadeira. Intimando especialmente a Maria Fernanda a fazê-lo. As perguntas foram criadas pela Taryne, que também mantém um blog (ela passou aqui para avisar, obrigada!), sendo que algumas foram adicionadas por mim. Aos leitores e parceiros deste blog, deixo as minhas felicitações de fim e início de ano. Um beijo grande, até!

26 respostas em “Retrospectiva literária 2012

  1. Estou para dar conta da minha lista também, mas a preguiça…

    Agora, a respeito dos seus livros:

    Fiquei curiosa sobre “A idade dos Milagres.” – vou procurar para ler em janeiro.

    Uma amiga praticamente me obrigou a ler A Culpa é das Estrelas. Comecei no maior preconceito (mea culpa), mas acabei achando bacana.

    Não me abandone jamais é um clássico, de moer o coração. E eu gosto de Bom Dia, Tristeza – nada de mais, é verdade. Mas não achei um mau livro.

    E, apesar de o primeiro volume de 1Q84 ser fantástico, os dois outros me decepcionaram.

    Felizes festas para você também, Nina.

    Um beijo.

  2. que 2013 venha bem letrado e temperado p’c, nina!

    beijosmeus

    iza =)

  3. Olá Nina,
    sua lista me deixou com inveja. Quero ler vários dos livros que você falou!
    Li Extremamente Alto Incrivelmente Perto na época que foi lançado e é um livro lindo mesmo, em todos os sentidos.
    Abs,
    Amanda

  4. vou roubar muahahahahaha estava procurando um meme que fosse simples, com poucas questões. ^_^

    PS: estou lendo A idade dos milagres e, apesar de estar achando que a história não sai do lugar, estou com essa sensação que você mencionou. Sempre fico meio perdida quando dou uma parada na leitura. É bem esquisito. .-.

    Beijos!

  5. Minha desenvoltura é talvez mais escassa que a quantidade de livros que tenho lido (uma tragédia vergonhosa, eu sei). Poderia culpar a falta de tempo, mas já há desculpas demais nessa história toda.
    Coloquei na guia, entre as páginas de leituras diárias, esse post como orientação de leituras, junto àquelas promessas de “esse ano vou começar a dieta na segunda, dormir e acordar cedo, vou ler mais…”. Vamos ver se na retrospectiva do próximo ano meu comentário será menos constrangedor.

    Parabéns por todo sucesso e conquistas claramente merecidas, Nina. O “Sobre Fatalismos” é, de longe, meu blog literário favorito e é um prazer vê-lo caminhar tão bem. Sucesso pra vocês e um abraço apertado.

  6. Nossa,sou sua fã moça!
    Quantos livrossssss,você é um exemplo para os jovens desta geração!
    Adorei saber mais sobre estes livros e fiquei com vontade de ler todos!
    Principalmente ‘A Culpa é das estrelas’
    Quero fazer disso um hábito,por favor me ajude,me incentive!
    Beijos,adorei seu blog

  7. Foi um prazer ler sua lista, Nina! :))
    Que 2013 venha com muitos livros e muita leitura.
    Abraço,
    ;)

  8. Yaay, fiz essa retrospectiva ano passado, e daqui pro dia 31 faço de novo (ainda dá tempo de terminar uns dois livros que estão pela metade).

    Não li quase nenhum dos que você leu.
    E logo de cara: não consegui terminar Travessuras da Menina Má, abandonei depois da página 80, mais ou menos =SS
    Bubble Gum foi o meu primeiro Lolita Pille, mas ainda prefiro Hell Paris e nem sei se ela escreveu outras coisas…
    A culpa é das estrelas e Memórias de uma gueixa são amor <3
    Como você conseguiu ler um Hilda Hilst inteiro? Ainda tô tentando já há um ano, hahaha.

    Gosto de ler os livros que você resenha/comenta/cita porque sou muito julgadora de livro pelo título. Sou super chata com isso, e quando o título é simples nem me interesso…. Daí que essa lista e cheia de títulos legais e eu q ouero ler todos.
    Oxe, quero trabalhar na Saraiva também, hahaha.

    ;*

  9. Nina,

    Infelizmente há mais de três anos eu perdi o hábito de ler, mas estou tentando mudar isso. Ainda não peguei nenhum dos que você listou nesta postagem ou resenhou ao longo dos últimos meses, mas muitos me despertaram interesse. Se os títulos já são atraentes, suas resenhas os tornam mais ainda! Ótimo 2013 para você!

  10. Nina, que inveja desse monte de leituras! E ainda tem coragem de dizer que leu pouco!
    Achei bacana você ter falado do livro da Lolita Pille, porque ele sempre me chama atenção nas livrarias, mas não tive coragem de comprar por não saber se valia à pena. Você me encorajou bastante. Já leu alguma outra coisa dela? Hell chama bastante a atenção também, principalmente por conta da peça, que foi super bem falada.
    Analu me falou um pouco sobre A Idade dos Milagres e me deixou bem curiosa, ainda que distopias não sejam lá a minha praia. De todo jeito, anotado.
    Mas o que matou a pau mesmo foi Extremamente Alto… ter ganhado de livro do ano pra você. Adorei o filme, pirei com a sua resenha e PRECISO lê-lo, urgentemente.

    Beijos!

  11. Adorei a tua lista, Nina. Achei interessante o modo como tu a organizaste, por tópicos e tudo mais, ficou muito interessante. A tua lista de livros lidos pode não ter sido tão extensa quanto em anos anteriores, mas tu lês obras muito boas, de grandes escritores, e isso é o que mais importa!
    Adorei passar aqui de novo, guria. Adoro teus comentários no meu blog e peço desculpas pela demora em retorná-los.
    Grande beijo e ótimo 2013, com leituras mais ricas ainda e envolventes na tua vida :)

    http://www.candidaschaedler.blogspot.com

  12. Ano passado li quase 25 livros, acho. Esse ano não passou de 10. Tão pouco comparado a você, rs. Mas o motivo? O mesmo: Falta de tempo. Que 2013 seja um ano iluminado, cheio de paz e, claro, como mais tempo para ler livros! Afinal, o que seria das nossas vidas, sem eles?

  13. Concordo com a maioria das suas colocações.
    Eu também queria ter lido mais esse ano, mas espero que ano que vem eu consiga tirar o atraso (se o tempo permitir, é claro)!
    Um 2013 com muita leitura para nós!

  14. Tens certeza de que foram poucos livros lidos esse ano? hahaha! Capaz, guria!
    Um que me chama muita atenção e quero ler é A idade dos milagres. Assim como Memórias de uma gueixa, que faz tempo que estou a fim de conhecer a história. Mas nem leio resenhas por aí que é pra não estragar a surpresa, haha.
    Que 2013 venha com muitos livros e aprendizado para nós, guria. Beijo!

  15. Esse ano descobri a minha paixão por livros, – ou ela aflorou, não sei ao certo – e comecei a comprar e pedir livros urgente e loucamente, quando vou na Saraiva fico vendo e revendo os livros, encontro os que quero e me encanto por tantos outros para comprar, ganhar, ler, ter futuramente… Pretendo ler mais no ano que vem. Beijos

  16. Noooossa! Meu nome perante a sua lista é inveja! Menina, vc leu muito e muito bons livros. Só de ter Saramago e Hilda Hilst…
    Quero também concordar com vc no quesito Fernanda Young, a escrita dela ficou chatíssima. Enredo fraco, tramas mau engendradas… Deve ser o preço da fama!
    :*

  17. Já coloquei “A idade dos milagres” na minha wishlist pessoal. Gostei muito de muitas coisas que você comentou por aqui, algumas das quais eu também já li. Também farei minha retrospectiva, só que apenas ao começar do ano. Parabéns, Nina!

  18. Concordo com vc em relação aos livros, e realmente os 50 tons de cinza, nem consegui terminar de ler, realmente LIXO
    Feliz ano novo para vc e parabéns pela página!

  19. Olá, fiquei encantada com a sua lista de livros lidos este ano. Se você disse que foram poucos, eu achei muitos! Quase não tenho tempo por agora e morri de inveja com essa lista! Haha
    Fiquei com vontade de ler muitos dos que estão nela.
    Parabéns pelo blog!

  20. Olá!

    Caramba… quanta coisa eu não li da sua lista HAHA
    Um que gostei bastante só pela sua micro resenha aqui foi esse A Idade dos Milagres… vou dar uma procurada!
    Esse ano que está chegando vai me fazer ler bem menos, a perspectiva de um tcc assombra minhas futuras leituras, rsrs
    Parabéns pelo blog que sempre traz um ponto de vista interessante! Gosto de verdade do que vc escreve :)

    Abs!

  21. Ei Nina! Adorei acompanhar seu blog durante todas essas leituras, não perdi nenhuma resenha e cheguei a passar de uma delas direto pro site da livraria (A idade dos milagres). Estou doida pra ler Extremamente Alto & Incrivelmente Perto, e farei o mais rápido possível, hihihi. Um ótimo ano pra você, e muitas ótimas leituras!

  22. Mesmo que a sua lista deste ano tenha sido menor, se eu te contasse a minha, você veria que leu muitos livros. Comecei a ler Reparação, esses dias. Estou adorando. Eu sou completamente apaixonada pelo livro “Travessuras da Menina Má”. Concordo com o que disse a respeito de 50 Tons de Cinza.

  23. Menina, que maravilha foi 2012 pra vc, hein? Deve ter deixado saudades.

    Muito bom essa das das parcerias com editoras. Isso vai profissionalizar o que você vinha fazendo por esporte. Acho que não há nada melhor do que ganhar dinheiro fazendo algo que a gente ama. Parabéns! Só não perca sua imparcialidade como leitora, pois é isso que a gente busca em um blog como o seu. Uma opinião sincera, sem rodeios ou puxasaquismos.

    Ademais, adicionei alguns livros na minha estante do Skoob na tag “desejados” depois de ler esse seu post.

    Espero que seu ano seja lindo, tenho certeza que será, afinal 2012 já deu o embalo inicial. Muitas oportunidades boas vão aparecer pra vc.

    Um abraço

  24. Já são 10 de janeiro mas acho que vou pegar esse meme! Já planejava fazer uma retrospectiva literária, bem simples, mas esse modelo me seduziu! Vou correndo contabilizar meus livros.

  25. Por causa dessa postagem, comprei dois livros que eu queria muito e você acabou me convencendo a não procrastinar mais a aquisição. HEHE. Foi “a culpa é das estrelas” e “como ser mulher”. Vim dividir a felicidade de eles terem chegado aqui em casa, hihi.

    Beijo, Nina. Tu é uma linda cheia de conteúdo <3

Fale com ela:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s